sexta-feira, 9 de abril de 2010

Que zica!

Chuva..sol..garoa..tempestade! Atchim... Garganta coçando... Estou gripando!

Ontem. Colação de grau do meu irmão. Sai do serviço no horário exato. Corri para pegar o onibus. Atravessei a rodovia correndo e de social. Barro. Carros que passam voando naquela pista. Primeito onibus estava lotado, não parou. Meia hora depois consigo pegar um intermunicipal. Sto André é feriado, transito por causa das festas e shows. Desci na perimetral e fui a pé. 30 minutos de caminhada debaixo da chuva. Cheguei no local, fila para entrar. Fome. Sede. Dor nas pernas. Fotos. Música. Discursos. Falatório. Parabéns brother, tú merece tudo de melhor. Cheguei em casa tarde. Com muitíssimo sono, fui deitar, e nada de conseguir descansar... na cabeça milhões de preocupações com trabalho e a pós. Pego no sono. Despertador berra, 4h50, hora de acordar, mais cinco minutinhos com a função soneca. Alguns minutos depois, corro pro chuveiro, água gelada, tremendo tomo um banho rapidérrimo e saio correndo para embrulhar nas trocentas blusas. Tomo meu super café da manhã para dar pique no dia. Onibus passa no horário. Chego cedo no trampo. Arrumo as coisas. Serviço externo hoje. Viagem. Sono passa. Trabalho. Trabalho. Trabalho. Consigo resolver. Novos problemas. Novas propostas. Novos projetos. Novos escopos. Horário da saída. Vou esperar onibus. Onde é o ponto? Ah, tudo bem. 1 hora e nada. Pego o primeiro que aparece com uma amiga de serviço. Metade do caminho. Onibus quebra. Caminhada para ir até o trem. No meio do caminho um lanchinho básico para dar energia. Trem. Perdi o trem. Espera o próximo. Chega em Sto André, onibus de novo. Casa. Sono. Sem assunto. Triste. 3 horas para chegar em casa do trabalho e acabou meu dia. Cansada e com sono.

Acho que de resto esta tudo como sempre.
Cansada de ser a mesma menina boazinha de sempre. Certinha, boazinha, inteligente, educada e esforçada. Exemplo para muitos. Perdida em seus próprios pensamentos. E muitas vezes discordo de tudo que dizem e pensam de mim. Não sou nem um pouco diferente do resto do mundo. Tenho tantos defeitos, as vezes me acho meio intolerante com algumas coisas, ingenua para outras e egoísta nos sentimentos. Tenho preconceitos, medos, inseguranças. Não me declaro racista e nem preconceituosa, mas no fundo, tudo que é diferente causa repulsão.

E quando chega o final do dia, não quero fazer mais nada, só dormir...